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terça-feira, 31 de agosto de 2010

LULA SANCIONA LEI QUE CRIA FUNDO DE CATÁSTROFE COM R$ 4 BILHÕES DISPONÍVEIS.

“O Fundo de Catástrofe reforça o apoio do governo brasileiro às atividades rurais”, disse Wagner Rossi, ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, na quinta-feira (26.08), durante cerimônia em Brasília. A lei que cria o fundo foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Palácio do Planalto.

A medida vai garantir cobertura suplementar às seguradoras e resseguradoras em caso de catástrofes climáticas, como secas intensas ou excesso de chuva. Para o ministro da Agricultura, o novo instrumento é fundamental, porque a agropecuária é uma atividade de riscos específicos relacionados ao clima, que não podem ser controlados pelo empreendedor rural.

O governo federal vai aplicar até R$ 4 bilhões por meio de títulos públicos, sendo metade neste primeiro ano de execução. “O fundo vai ajudar o agricultor a enfrentar um grande desafio, que é esse risco adicional em uma atividade tão importante para a economia brasileira”, afirmou. Wagner Rossi lembrou que a agricultura é responsável pelo superávit da balança comercial do País, mesmo em momentos de crise. Em 2009, o setor foi responsável por 42,5% das exportações brasileiras.

De acordo com o ministro, a medida faz parte de um conjunto de ações para incentivar a produção agropecuária, com sustentabilidade e garantia de renda ao produtor. Além da consolidação do seguro rural com a criação do fundo, Rossi mencionou a ampliação da oferta do crédito rural nos últimos sete anos e a retomada do programa de estoques públicos.

“O seguro rural bem estruturado é um sonho antigo do setor e começou com o programa de subvenção do governo federal, em 2005. Com o Fundo de Catástrofe, vamos conseguir estabilidade para ampliar esse seguro no País”, disse Márcio Freitas, presidente da Organização Brasileira de Cooperativa (OCB).

Diretor da seguradora líder no mercado nacional, Wady Cury compartilha a opinião. Ele considera que o Fundo de Catástrofe vai permitir que novas empresas seguradoras ingressem na agricultura, reduzindo custos das apólices e dando garantia ao produtor rural da manutenção desse tipo de seguro. Cury aponta o crescimento significativo do setor no Brasil. Em cinco anos, o número de apólices contratadas cresceu mais de 8.000% e a área segurada aumentou 9.686%.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

PARABÉNS, AGRICULTOR! 28 DE JULHO, DIA DO AGRICULTOR...

O agricultor

Antônio Cândido Barone

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Ele está lavrando a terra
Com chuva, sol ou calor;

Nunca deixa a sua roça

Nosso irmão agricultor!

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Empunhando a sua enxada

Vive sempre capinando;

A lavoura vai crescendo

Quando o chão vai cultivando.

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E vem da terra bendita

Toda a fartura e grandeza;

Da umidade do suor

Há de brotar a riqueza.

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Vem dali o alimento

Que surge do sacrifício

Vem dali todo o sustento

Através do benefício.

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Quando passares na roça,

Vendo alguém a trabalhar,

Cumprimente-o com respeito

Sem receio de abraçar!

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Pois dentro da natureza,

Esse alguém - rosto suado –

Confundindo-se na terra,

É por Deus abençoado!

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

PROPOSTA SUGERE CRIAÇÃO E IMPLANTAÇÃO DA JUSTIÇA AGRÁRIA.

A criação e implantação da Justiça Agrária como remédio jurídico capaz de solucionar conflitos agrários foi defendida por unanimidade, nesta quarta-feira (30), no workshop sobre reforma agrária, durante o I Encontro do Fórum Nacional para Monitoramento e Resolução dos Conflitos Fundiários Rurais e Urbanos, que aconteceu em Campo Grande (MS). A proposta sugerida por magistrados de diversos estados teve a adesão da procuradora geral do Incra, Gilda Diniz dos Santos, durante palestra sobre a implantação da reforma agrária no Brasil.

Um dos gargalos apontados pela procuradora para a implantação de assentamentos no País é a demora do judiciário em emitir pareceres sobre os processos de desapropriação. Segundo ela, existem mais de 180 processos esperando a decisão do judiciário. “Se aprovadas, essas novas áreas poderiam beneficiar 11 mil famílias”, afirmou Gilda.

Reconhecendo a morosidade da Justiça com as causas agrárias, o ministro chefe do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, anunciou, na noite anterior (29), como meta número um, a análise dos processos pendentes até 2005.

Para o gestor da Comissão Nacional de Combate à Violência no Campo, Gersino José da Silva Filho, a implantação da Justiça Agrária deveria contemplar também a existência de defensorias agrárias, assim como polícia militar e civil agrárias, em âmbito federal e estadual.

Dados atestam evolução na reforma agrária

A procuradora do Incra apresentou um painel sobre a reforma agrária, com destaque para o período 2003 a 2009. Para Gilda, os números positivos apresentados em sua palestra, como a inclusão de mais de 500 mil novas famílias assentadas, 144 mil casas construídas e a elevação do investimento anual de R$ 1,5 bilhões para R$ 4,6 bilhões no período, são prova da preocupação do Governo Federal com a política de reforma agrária.

Segundo ela, a reforma agrária precisa evoluir ainda mais para alcançar o estágio demandado pelas famílias assentadas ou à espera de uma oportunidade para morar e produzir no campo.

As sugestões colhidas no workshop serão levadas ao Conselho Nacional de Justiça, ao Incra, ao Ministério do Desenvolvimento Agrário e ao Ministério do Planejamento, para que cada um, na sua área de atuação, possa promover as melhorias necessárias à redução dos conflitos agrários urbanos e rurais.

Desenvolvimento com maior participação social

A servidora da superintendência regional do Incra/MS, Ivanilda Mayor, defendeu a reforma agrária como política de inclusão social que dá certo. Ivanilda afirma que a qualidade dos assentamentos poderia melhorar se fosse ampliada a participação de profissionais da área social como assistentes sociais, pedagogos, psicólogos e cientistas sociais.

O representante quilombola, advogado José Roberto Camargo de Souza (Zezão), alertou para a existência de demandas agrárias no Mato Grosso do Sul. “Ontem mesmo houve tiros na comunidade quilombola Furnas do Dionísio”. Zezão sugeriu alterar o Decreto nº 433 para facilitar a aquisição terras para os quilombolas.

Já o ativista social Lázaro Bonifácio da Silva, caminhou a pé doze quilômetros para assistir o evento. Ele ressaltou a importância de criar mecanismos para que os segmentos sociais quilombola, indígena e assentados ampliem sua participação na busca por soluções que amenizem os conflitos no campo.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

REFERÊNCIA EM MEDICINA EQUINA, O BRASIL RECEBE CONGRESSO MUNDIAL DE VETERINÁRIA.

Com mais de mil inscritos, 30% dos quais vindos de países dos 5 continentes - o Congresso reúne os 25 “tops” mundiais entre os 40 palestrantes com destaque para Wayne McIlwraith e Nathaniel White, autores de livros que são base da moderna medicina veterinária equina.

As palestras e seminários terão tradução simultânea, e os assuntos abrangendo todas as áreas da medicina equina, com destaque para cavalos atletas. O Congresso também traz para o debate práticas e programas para cuidados de equideos abandonados.

O Brasil e a Equinocultura

Detentor do 3º maior plantel mundial de equinos com 5,9 milhões de animais, o Brasil fica atrás, apenas, da China (7,9 milhões) e México (6,2 milhões), segundo dados da Comissão Nacional da Agricultura. A pesquisa da CNA registra, ainda, que o agronegócio ligado ao cavalo movimenta anualmente R$ 7,3 bilhões e emprega em torno de 3,2 milhões de pessoas direta e indiretamente.

E é este “Brasil equestre” com sua importância social e econômica que os organizadores do “11º Congresso da World Equine Veterinary Association - WEVA 2009” também querem mostrar para os visitantes estrangeiros.

De avanços científicos à cultura brasileira

Entre as atrações do Congresso destaque para a “Exposição Científica” com 325 trabalhos selecionados de países de cinco continentes e que promete mostrar a pluralidade das pesquisas de ponta em prol do contínuo desenvolvimento na medicina equina.

Na quinta-feira, 24, assim que o Congresso for aberto oficialmente por Gary Norwood, presidente da World Equine Veterinary Association (WEVA), às 14h00, uma série de atrações estão programadas, incluindo a “Sala de Exposição”, em que cerca de 40 empresas do setor vão mostrar e lançar produtos. Nesta área, os organizadores criaram o “Espaço Brasileiro” em que produtos como a cachaça, cerâmica e artesanato típico do País prometem encantar os estrangeiros.

A partir das 19h30, no Restaurante Thai, do Casa Grande Hotel, durante coquetel oferecido pelos criadores de cavalo Lusitano Victor Oliva, Paulo Salles e Manuel Tavares de Almeida Filho acontecem diferentes atrações como o capoeira e percussão com ritmos brasileiros.

No sábado, 26, um dos momentos mais esperados do Congresso é a demonstração de ultrassonografia com aparelho de última geração pelo veterinário francês Jean Marie Denoix que vai ter um cavalo Lusitano à disposição. À noite, na festa de encerramento, quem faz o show é a “Rosas de Ouro”, uma das mais premiadas escolas de samba de São Paulo.

Fique por dentro da programação, temas e palestrantes acessando o site oficial: www.weva2009.com.br

O “11º Congresso da World Equine Veterinary Association - WEVA 2009” tem organização da Associação Brasileira de Médicos Veterinários de Equídeos (ABRAVEQ), Confederação Brasileira de Hipismo (CBH) e World Equine Veterinary Association (WEVA), sob coordenação geral da Wolff Sports e Marketing.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

ESTUDO COM MÉTODOS DE HIDRATAÇÃO EM COUVE É APRESENTADO EM CONGRESSO NO CEARÁ.

O fisiologista vegetal Adonai Gimenes Calbo apresenta durante o XII Congresso Brasileiro de Fisiologia Vegetal, em Fortaleza/CE, de 7 a 12 de setembro, estudo realizado com três métodos comparativos para medir o índice de hidratação em folhas de couve.
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As primeiras avaliações do pesquisador da Embrapa Instrumentação Agropecuária, unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, apontaram como melhor método o índice para medir a pressão de turgescência pelo Wiltmeter, equipamento desenvolvido por ele e já em face de transferência para empresas interessadas em fabricar e comercializar a tecnologia. De acordo com o pesquisador, os outros métodos avaliados, o teor relativo de água e o volume hidratado relativo são mais demorados e ainda há a necessidade de tratamento prévio da folha. Pelo método tradicional, teor relativo de água, a avaliação pode levar até 48 horas. “Com o Wiltmeter, a avaliação pode ser realizada em dois ou três minutos”, explica.

Índices de hidratação são variáveis de natureza prática que podem auxiliar na quantificação de estresses hídricos sofridos pelas plantas. Apesar de simples, conceitualmente, o pesquisador explica que o estabelecimento e a medição destes índices têm sido tarefas, frequentemente, limitante em aplicações agronômicas.

A Embrapa Instrumentação Agropecuária vem trabalhando na melhoria do processo de pós-colheita e tem desenvolvido pesquisas na mensuração de danos físicos e qualidade na cadeia produtiva. Para isso, desenvolveu o Wiltmeter para medição da turgescência de folhosas, ou seja, para medir a firmeza, a murcha das folhas. A turgescência das folhas é fator primordial de qualidade relacionado ao conteúdo de água e prejudicado pela perda dela.

O Wiltmeter é um instrumento para fazer medidas objetivas após a colheita no campo e durante o armazenamento, é simples, portátil e de fácil uso. Estudos indicaram que o instrumento é adequado para avaliação objetiva e rápida da qualidade de folhosas, o que é um progresso em relação aos métodos táteis subjetivos atualmente utilizados em todo o mundo. De acordo com Calbo, o equipamento gera resultados tão próximos aos obtidos com a sonda de pressão que o qualifica como um instrumento sucedâneo e mais prático que pode ser utilizado em estudos de pós-colheita e de ecofisiologia vegetal nos quais a aplicação direta da sonda de pressão seria impossível ou ao menos demasiadamente trabalhosa.

terça-feira, 28 de julho de 2009

MAPA LANÇA LIVRO DE PRODUÇÃO INTEGRADA COM 23 CULTURAS.

Conscientizar a população sobre a importância da adoção de políticas para a segurança dos alimentos com sustentabilidade é o objetivo do livro Produção Integrada no Brasil: Agropecuária Sustentável, Alimentos Seguros, que será lançado, nesta terça-feira (28/07), às 10 horas, em Brasília, durante as comemorações dos 149 anos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Ao todo, são 23 culturas contempladas em mais de mil páginas da publicação. São elas: abacaxi, ameixa, amendoim, arroz, banana, batata, café caju, citros, flores, leite, maçã, mamão, manga, mangaba, maracujá mel, melão, ovinos, pêssego, soja, tomate de indústria e de mesa, uvas finas de mesa e uva para vinho.
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Petrolina - Na fazenda Alpha Vale, em Petrolina/PE, o produtor Euder de Almeida Ribeiro trabalha com produção integrada de manga e uva, em 24 hectares. "E até o fim do ano, vamos ter certificado mais 25 hectares de caju. Para 2010, a expectativa é incluir a laranja dentro no sistema", enfatizou. De acordo com Ribeiro, por meio da produção integrada, foi possível aumentar a produtividade em 20% e reduzir o uso de agroquímicos e fertilizantes em 30%. "Utilizamos esses instrumentos apenas quando o nível de incidência de pragas e doenças pode causar danos econômicos à colheita, quando a contagem de predadores é alta ou nos casos em que chuva ou orvalho podem contribuir para a ocorrência de fungos", explicou.
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Grãos - Nas culturas de grãos, como arroz, soja, café e cereais de inverno, é possível racionalizar o uso de agroquímicos em torno de 40%. Os parâmetros sobre quando o produtor deve usá-los são estabelecidos por meio da adoção de tecnologia preconizada pela pesquisa agropecuária.
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Leite - A produção integrada não está presente apenas nas frutas. O fazendeiro Hans Jan Groenwold tem uma propriedade de produção de leite em 240 hectares no município de Castro/PR e adota tecnologias como a de bem-estar animal. Ele aderiu ao programa, há um ano e meio, pela necessidade de adequação às normas internacionais. "O Brasil tem se tornado autossuficiente nessa área, o que antes não ocorria, já que tínhamos que importar leite de outros países. Hoje, produzimos 16 mil litros de leite por dia na fazenda e esperamos poder exportar nos próximos cinco anos", enfatizou.
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Sistema Agropecuário de Produção Integrada - Na América do Sul, a Argentina foi o primeiro país a adotar o sistema de Produção Integrada de Frutas (PIF), em 1997, seguida do Uruguai e Chile. Entre 1998 e 1999, surgiram atividades semelhantes no Brasil. Hoje, existem 32 projetos em andamento nas áreas de fruticultura, horticultura, floricultura, plantas medicinais, grãos, pecuária, raízes, difusão de informações e transferência de tecnologias, que abragem 42 culturas, em 18 unidades da federação.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

AZEITE ORGÂNICO É DESTAQUE NA BIO BRAZIL FAIR.

Fabricado pela Native, que já conta com uma diversificada linha de produtos livres de agrotóxicos, a novidade vai ser apresentada ao público durante o evento, que acontece de 23 a 26 de julho, em São Paulo. Desenvolvido em conformidade com os padrões orgânicos – por meio de processos reconhecidamente limpos e ecológicos – o azeite está disponível em embalagens de vidro de 250 e 500 ml.

Produzido a partir da oliva extraída da região norte do Chile, o azeite extra-virgem da Native que vai ser apresentado ao público visitante da Bio Brazil Fair passa por um processo de extração a frio, sem auxílio de quaisquer solventes. Com acidez inferior a 0,2% seu processo de fabricação é feito dentro de todos os padrões orgânicos.

Para obter um produto com baixa acidez, a matéria-prima passa por um cuidadoso processo de colheita, no qual são observados os pontos corretos de maturação das olivas para processamento industrial imediato.

Principal evento nacional do mercado de orgânicos, a Bio Brazil Fair reúne produtos que vão dos in natura aos processados, como achocolatados, molhos de tomate, geléias, café solúvel, leite em caixinha, iogurtes, chás em saquinhos, cereais matinais e grãos. A feira é aberta ao público e tem entrada franca.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

DEFINIDA PROGRAMAÇÃO CIENTÍFICA DA EXPOFRUIT 2009

"Fruta, um pedaço do Brasil que gira o mundo".
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A Expofruit 2009 terá uma intensa programação científica, constando de Seminários Científicos; Reuniões Setoriais, Clínicas Tecnológicas; Missões de Produtores; Feira de Produtos e Serviços; Central de Negócios; Rodadas Nacional e Internacional de Negócios; Painéis Científicos; Unidades Demonstrativas e Eventos Culturais.

Por isso, agende: Expofruit 2009: dias 3, 4 e 5 de junho, das 18h às 23h no Expocenter de Mossoró (Av. Jorge Coelho S/N – Campus da Ufersa).
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Telefone: (84)3312-6939
Celular: (84)8812-6445
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VEJA A PROGRAMAÇÃO!
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Curso
CFO – Certificação Fitossanitária de Origem
Período: 02 a 04 de Junho
Horário: 08 às 12:00 e 14:00 às 18:00
Local: Mini Auditório Centro de Convivência (UFERSA)
Ministrante: Engenheiro Agrônomo Magnos Luiz Bezerra de Lacerda (IDIARN / DISAV)
Vagas limitadas

Mini cursos
A – BIOTECNOLOGIA
1 – Propagação in vitro de banana e abacaxi – Dra. Ana Ledo (Embrapa Tabuleiros Costeiros)
2 – Propagação in vitro de mangaba e ornamentais – Dra. Lucila (Emparn/UFRN).

B – MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS E DE DOENÇAS EM FRUTEIRAS TROPICAIS
1 – Manejo integrado de pragas nas culturas do melão, banana e manga – Dr. Elton Lúcio de Araújo (UFERSA) e Dr. Marcos Moreira (Embrapa Tabuleiros Costeiros/Emparn).
2 – Manejo integrado de pragas e de doenças na cultura do mamoeiro – Dr. César José Fanton (INCAPER).
3 – Manejo de fitoviroses em fruteiras tropicais – Dr. Rui Sales Júnior (Ufersa).

C – CULTURAS POTENCIAIS PARA O SEMIÁRIDO
1 – A cultura do coqueiro – Lafaiete Franco Sobral; Humberto Rollemberg Fontes; Joana Ferreira; Maria Urbana Correa (Embrapa Tabuleiros Costeiros).
2 – A cultura de spondias (cajá, siriguela, cajá-manga, cajarana e umbu-cajá) – Dr. Francisco Xavier de Sousa (Embrapa Agroindústria Tropical).
3 – A cultura da melancia – Dr. Roberto Dantas Medeiros (Embrapa Roraima); Allison Magno Oliveira (Emparn/Emater/Fapern).
4 – Cultivo das anonáceas (Graviola e Pinha) – Dr. Amilton Gurgel Guerra (Emparn)
5 – Desempenho agronômico de fruteiras temperadas no semiárido nordestino – Dr. Paulo Roberto Coelho Lopes (Embrapa Semiárido)

D– SUSTENTABILIDADE SÓCIO-AMBIENTAL DO AGRONEGÓCIO
1 – Cultivos agroecológicos de frutas tropicais e hortaliças – Maria Urbana Correa Nunes (Embrapa Tabuleiros Costeiros); Dra. Jeane Martins (Empaern/Emater/Dapern/UPV/Ufersa).
2 – Recuperação das copas do cajueiro e beneficiamento da castanha de caju – Dr. João Maria Pinheiro de Lima (Emparn/Embrapa); e Dr. José Simplício Holanda (Emparn/Embrapa).
3 – Uso de machos-estéreis no controle das moscas-das-frutas – Dr. Rômulo da Silva Carvalho (Embrapa Mandioca e Frticultura).
4 – Uso correto de agrotóxicos – Dr. Raimundo Braga Sobrinho (Embrapa Agroindústria Tropical); e Dr. Luciano Pacelli (Cefet Ipanguaçu).
5 – Aproveitamento de resíduos da agroindústria na alimentação animal – Dr. Adriano Henrique Rangel (UFRN); e Dr. Jorge Ferreira Torres (Emparn).

E – PÓS-COLHEITA E EXIGÊNCIAS MERCADOLÓGICAS
1 – Pós-colheita do melão e da melancia – Dr. Ebenezer (Embrapa Agroindústria Tropical)
2 – Pós-colheita da manga e do mamão – Dra. Jeane Martins (Emparn/Emater/Fapern/Ufersa)
3 – Boas Práticas Agrícolas na cultura da banana – SENAR.