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terça-feira, 28 de setembro de 2010

CORREIOS LANÇAM SELO DA BIODIVERSIDADE.



Os Correios divulgaram nesta sexta-feira (24/09), na Usina do Gasômetro, em Porto Alegre, o selo que marca o Ano Internacional da Biodiversidade, instituído pela Assembléia Geral das Nações Unidas. A ação marca a abertura oficial da Bionat Expo – Feira de Sustentabilidade, que reunirá 64 expositores e 39 oficinas gratuitas no local.

O selo é composto por duas unidades, formando um bloco. No selo da esquerda, é mostrado o tomate, um dos mais populares vegetais; no da direita, um canteiro orgânico de verduras folhosas. Acima, na composição do bloco, a logomarca da Exposição Mundial de Filatelia – Portugal 2010 e a logomarca do Ano Internacional da Biodiversidade, que apresenta três componentes fundamentais: o ano 2010 e os outros elementos iconográficos, que simbolizam a biodiversidade (peixes, ondas, um flamingo, o ser humano – um adulto e uma criança, e uma árvore) e, abaixo, o título “2010 Ano Internacional da Biodiversidade”.

Na criação do selo foram utilizadas as técnicas de pintura a guache e computação. O selo da Biodiversidade passará a será utilizado em todas as agências dos Correios do Brasil dentro de algumas semanas.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

LULA SANCIONA LEI QUE CRIA FUNDO DE CATÁSTROFE COM R$ 4 BILHÕES DISPONÍVEIS.

“O Fundo de Catástrofe reforça o apoio do governo brasileiro às atividades rurais”, disse Wagner Rossi, ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, na quinta-feira (26.08), durante cerimônia em Brasília. A lei que cria o fundo foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Palácio do Planalto.

A medida vai garantir cobertura suplementar às seguradoras e resseguradoras em caso de catástrofes climáticas, como secas intensas ou excesso de chuva. Para o ministro da Agricultura, o novo instrumento é fundamental, porque a agropecuária é uma atividade de riscos específicos relacionados ao clima, que não podem ser controlados pelo empreendedor rural.

O governo federal vai aplicar até R$ 4 bilhões por meio de títulos públicos, sendo metade neste primeiro ano de execução. “O fundo vai ajudar o agricultor a enfrentar um grande desafio, que é esse risco adicional em uma atividade tão importante para a economia brasileira”, afirmou. Wagner Rossi lembrou que a agricultura é responsável pelo superávit da balança comercial do País, mesmo em momentos de crise. Em 2009, o setor foi responsável por 42,5% das exportações brasileiras.

De acordo com o ministro, a medida faz parte de um conjunto de ações para incentivar a produção agropecuária, com sustentabilidade e garantia de renda ao produtor. Além da consolidação do seguro rural com a criação do fundo, Rossi mencionou a ampliação da oferta do crédito rural nos últimos sete anos e a retomada do programa de estoques públicos.

“O seguro rural bem estruturado é um sonho antigo do setor e começou com o programa de subvenção do governo federal, em 2005. Com o Fundo de Catástrofe, vamos conseguir estabilidade para ampliar esse seguro no País”, disse Márcio Freitas, presidente da Organização Brasileira de Cooperativa (OCB).

Diretor da seguradora líder no mercado nacional, Wady Cury compartilha a opinião. Ele considera que o Fundo de Catástrofe vai permitir que novas empresas seguradoras ingressem na agricultura, reduzindo custos das apólices e dando garantia ao produtor rural da manutenção desse tipo de seguro. Cury aponta o crescimento significativo do setor no Brasil. Em cinco anos, o número de apólices contratadas cresceu mais de 8.000% e a área segurada aumentou 9.686%.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

EMPARN DIVULGA RESULTADO DE REUNIÃO CLIMÁTICA


Nos últimos dias 20 e 21 de maio aconteceu o "VI Fórum de Análise e Previsão Climática", em Sergipe. Durante a reunião que foi realizada na Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos - SEMARH/SE - foram analisadas as condições regionais da pluviometria e os aspectos globais dos oceanos e atmosfera, assim como os resultados de modelos numéricos de previsão climática sazonal.

A maioria dos estudos dos modelos oceânicos e atmosféricos indicam tendência de chuvas normais a acima da média para o setor leste (faixa litorânea) do Nordeste brasileiro, com as seguintes categorias de possibilidades: 40% acima da média, 35% ocorrência normal e 25% abaixo da média; durante o período de Junho a Agosto de 2009.

É importante ressaltar que a partir do mês de junho, climatologicamente, as chuvas no norte do Nordeste tendem a sofrer uma redução significativa.